A flor exala o perfume;
O espinho provoca a dor.
O peixe alimenta o homem;
A espinha mata o homem.
"A vida, alguma coisa acontece;
A morte, alguma coisa pode acontecer." *
O Amor é a ausência do ódio;
O ódio é a ausência do Amor.
A felicidade é viver sem medo do amanhã;
A tristeza é desistir do presente, ignorar o futuro por causa do passado.
O sonho é esquecer o passado, cuidar do presente e moldar o futuro;
O pesadelo é perder a liberdade.
O sorriso é o olhar doce de uma criança.
O beijo é o encontro dos lábios numa mesma oração.
O olho revela o mundo real.
A amizade, se for sincera é um abrigo seguro;
Um amigo, sorte de quem tem, e é.
Chorar, é sentimento puro e sincero para quem consegue.
* [Frase de Raul Seixas]
Um comentário:
Esse texto foi feito numa época quando eu era meio confuso, não compreendia muito bem o que sentia e nem sempre conseguia expressar o que sentia, pensava e em alguns casos até o que dizia...
por exemplo: Liberdade, coloco como sendo um pesadelo a possibilidade de perdê-la, hoje vejo liberdade como uma coisa contraditória, e impossivel de ser alcansada em sua plenitude, visto que nossa vida e as nossas vontades são tão condicionadas que verdadeiramente ninguém tem liberdade plena!!!! a liberdade para ser plena tinha que existir como uma via desempedida, descondicionada, desestatizada, desmistificada como se entrassemos em uma espécie da transe onde tudo fosse possivel, e desejo e realidade fossem a mesma coisa.
Qualquer coisa que exista em desejo e que na realidade não se alcanse pelo próprio, torna a realidade apenas um conceito que só serve para nos convencer que somos livres.
"Que o olho revela o mundo real" nem sempre, infelizmente a realidade se apresenta em versões, e nem todos os olhares estão aptos e discerni-la,compreende-la e senti-la, em geral o olho ver as coisas apenas como se apresenta.
"sonho" coloco que é esquecer o passado!!!mais um equívoco, esquecer o passado é correr o risco de comenter os mesmos erros, e não há outro meio de copreendermos o que somos sem olhar-mos para traz e ver-mos o que fizemos, como vivia-mos para entender-mos onde estamos.
"Amor e Òdio" Andam de braços dados, são amicíssimos, cumplices, dividem o mesmo espaço e onde há um pode crer que há o outro.
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